sábado, 30 de maio de 2015

CANJICA QUEIMOU? FAZ MAL NÃO, FAÇO OUTRA.

Simplicidade
Hoje é dia de fotografia e de brincar com a Chica.


Mania de fazer várias coisas ao mesmo tempo? Eu tenho.
Já melhorei muito, atualmente sou tranquila, faço só umas três de cada vez, já fui pior, mais agitada.
Ontem resolvi fazer canjica. Está na época, está friozinho, tinha o material em casa. Perfeito, não é? Pois é.
Enquanto fiz o almoço a canjica cozinhou. Ficou quase boa. Enquanto nós almoçamos ela cozinhou mais um pouco mas, faltou  um tantinho só para ficar no ponto.
Panela continuou no fogo e fui colocar a roupa lavada no varal, mais roupa na maquina para lavar, telefonar para o jardineiro, marcar uma consulta com a oftalmologista, arrancar um matinho que estava no meio do gramado me incomodando, daí vi os tucanos comendo no abacateiro do vizinho e resolvi fotografa-los, coisa de 15 minutinhos...  
Conclusão? Esqueci da canjica. Queimou.
E minha frase ficou assim:

Canjica nenhuma...
só bloco preto na panela.

O pior foi lavar a panela... aquela crosta preta, grudada...
Mas eu tenho um truque muito bacana para resolver isto. Quem me ensinou foi a irmã querida (a que fez 70 anos) e eu passo o ensinamento pra quem dele necessitar.
É assim:  colocar sobre a crosta preta aquele sapólio liquido “Cif”. Deixar de molho uns bons minutos. Solta tudinho sem esforço.

Boa semana! Ah, hoje acho que vou fazer canjica de novo. 


quinta-feira, 28 de maio de 2015

APRENDENDO NOVAS TÉCNICAS

Deborah O’Hare é uma artista de tecido que vive no Reino Unido.
Ela se diverte/trabalha tingindo, pintando e costurando tecidos transformando-os em autênticas obras de arte.

Trabalho de Deborah O’Hare
O quê Deborah não sabe é que ela faz parte da equipe de professoras com as quais eu vou me inspirando e aprendendo.

Este tipo de quilting, formado por costurinhas em linhas bem próximas umas das outras - acredito que conhecidas em desenho como “hachuras” - me encantou e é uma das técnicas que tenho treinado.



O quê eu estou fazendo? Desculpe, não posso mostrar ainda pois, pertencem a alguns cartões que participarão de mais uma troca. Eles têm como tema verão/mar/praia/sol e viajarão para a Califórnia e Austrália. Posso adiantar que mostrarão uma das belezas das praias do nordeste brasileiro.
Adivinhou?


Então, vamos lá “hachurar” !

segunda-feira, 25 de maio de 2015

ANIVERSÁRIO, TECIDO, FOTOGRAFIAS... FIM DE SEMANA DOS BONS!

Minha irmã muito querida fez 70 anos!
Carro na estrada para estarmos presentes à comemoração. Viagem gostosa por estradinhas vicinais bem conservadas e com pouco trânsito. 
Uma paradinha, de vez em quando, para um clik rápido.







Fizemos um pequeno desvio para passarmos por Alvinópolis  onde há uma fábrica de tecidos, a Fabril Mascarenhas . A intenção foi comprar tecidos para os panos de prato do Grupo de Costura , produção para a exposição de 2016. 


Na fabrica, os casarões do início do século passado estão intactos, bem conservados, imponentes, lindos.




Missão cumprida! 250 metros de tecido de sacaria branca. Serão transformados em 500 panos de prato! Huhuuuuuu!!!!!! 



Na volta, uma parada para apreciar o visual soberbo de Catas Altas.

 

É claro que fotos de gramíneas que se transformarão em bordados não faltaram.


E como toda viagem deve ter emoção, nos perdemos na escolha da estrada correta em algum cruzamento e rodamos muitos e muitos quilômetros por caminhos errados.  Certamente vocês perguntarão como isso é possível hoje, em tempos dos GPSs... pois é... aconteceu. Simples assim.

Uma viagem rápida, deliciosa, cheia de emoções. A melhor delas? Sem dúvida abraçar e beijar muito as bochechas da minha irmã tão amada! Rever sobrinhos e sobrinhas netas também se somam aos prazeres maiores.


E agora, boa semana para todos nós!


quarta-feira, 20 de maio de 2015

NOVO AMOR, NOVA PAIXÃO... MEU CORAÇÃO É ENORME E VOLÚVEL...QUE BOM!


Graças a Deus tenho um coração volúvel, enorme e sempre aberto a novos amores.  E aconteceu mais um.
Foi assim: o papel couchê estava ali, cortadinho, me olhando, os retalhinhos de tecido também estavam ali numa caixa sempre a espera da minha atenção (são fiéis), a maquina de costura (também fiel) e, como eu, sempre disposta a novas aventuras.
Por que não? Bordar no papel.
Deu certo! Certíssimo! Me apaixonei imediatamente!

Cartão de papel bordado com a maquina de costura
O bom é que amigos e fregueses e fregueses amigos também adoraram.

Dentro você escreve a sua mensagem

No avesso o detalhe das perfurações do bordado
A nova a linha de cartões de papel bordados agora faz parte dos produtos da nossa oficina. Estão disponíveis em alguns locais da cidade e também na nossa loja virtual.

Gostaria  muito de saber sua opinião sobre este produto!

sábado, 16 de maio de 2015

TEMPO, TEMPO, TEMPO...


Quando fiz 60 anos falei de um poeminha da Maria Eugênia Cunha aqui.
Hoje, pra brincar com a Chica, novamente recorro a ele, fazendo uma pequena adaptação.


Minha frase:

Calendário... mais devagar
ou não terei tempo.


Bom fim de semana!


quinta-feira, 14 de maio de 2015

S O C O R R O !!!!!!!!


Terça feira, 12 de maio de 2015, pouco depois das 7 horas da manhã um grande estrondo.
Um pombo (odeio pombos) pousou entre os fios do poste em frente à nossa casa e provocou um curto circuito.
O pombo morreu, óbvio!


A descarga elétrica ocasionada pelo curto provocou um verdadeiro desastre aqui em casa. Apesar de termos todos os aterramentos necessários, da fiação usada ser de primeira qualidade, de usarmos estabilizadores em praticamente todos os eletrodomésticos por causa das constantes oscilações de voltagem e apesar estarem desligados nesse horário perdemos duas impressoras, um telefone sem fio, um aparelho de dvd e o motor do portão. As duas lâmpadas externas que estavam acesas simplesmente explodiram e um aparelho “protetor de raios” ficou calcinado salvando um dos computadores e o piano eletrônico.
A Cemig veio, disse que o problema não é com eles uma vez que, aparentemente o curto circuito ocorreu na parte que fica a instalação da lâmpada da rua e esta parte agora é com a Prefeitura... Acho que o jeito é sentar no meio fio e chorar.

S-O-C-O-R-R-O!!!!!!!!!!


segunda-feira, 11 de maio de 2015

BRINQUEDOS ANTIGOS - FERRO A BRASA

Eu era muito pequena, muito pequena mesmo, quatro a cinco anos no máximo, quando ganhei. Eu era  e ainda sou encantada com ele.

Acredito que minha mãe já possuía um dos elétricos mas, em algum lugar, eu já havia visto alguém usando um pois, eu sabia como funcionava.


Não tínhamos fogão a lenha em casa então era difícil conseguir as brasas para abastecê-lo. De vez em quando, minha mãe permitia que a Landa – minha querida irmã mais velha – me levasse até a casa da tia Mariquinha para colocar brasas no ferrinho. E esta é uma das lembranças mais nítidas que tenho da infância.

Tia Mariquinha era tia do meu pai e, para minhas perninhas pequenas, morava distante da nossa casa, no final de uma rua bastante comprida, caminhada interminável. 

Íamos as duas, uma das minhas mãozinhas segurava a da Landa que, antes de sairmos, me fazia prometer que eu não pediria colo no meio da jornada e a outra segurava  firmemente o ferrinho.

Tia Mariquinha era esposa do tio Lindolfo e na casa deles morava a Ana. Não lembro bem, mas acho que fora criada pela tia e, na minha fantasia, ela teria sido escrava. Lá, sempre, éramos recebidas com “mariquita”,  que nada mais é do que o atual flan de coco. Delícia! 

Aqui se colocam as brasas para aquecer o ferrinho.

Logo que chegávamos tia Mariquinha abastecia o ferrinho com umas brasinhas e eu tinha que controlar a ansiedade querendo voltar logo para passar paninhos.

A volta era um sacrifício, as perninhas já cansadas da caminhada da ida e o ferrinho tendo que ser carregado afastado do corpo para não me queimar. A estas alturas, ele já estava frio, as brasinhas já haviam virado cinza pois, a “armação” dos adultos era justamente esta para que eu não me machucasse. E, quando passávamos em frente a estação dos trens eu,  exausta de caminhar, sempre  pedia colo para a Landa  que sempre me atendia.

Detalhe do sistema de ventilação para que as brasas se mantenham acesas.

Nunca consegui passar um paninho sequer com o ferrinho, pois, graças aos cuidados dos adultos,  ele nunca esteve realmente quente nas minhas mãos.

Sempre me acompanhou, vida a fora, usado como objeto de decoração e hoje, sua atual função é fazer com que uma das portas da casa não bata com o vento.

E a rua onde morava a tia Mariquinha continua bem comprida para minhas pernas, hoje, preguiçosas.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

E SE A GENTE PARAR DE RECLAMAR E COMEÇAR A AGIR?

Precisamos iluminar, para que fique em evidência, um grupo de jovens muito especiais. É uma turma que em vez de ficar reclamando, choramingando, acusando, arregaça as mangas e faz. Faz porque acredita no Brasil, no seu povo, acredita em quem faz.


Esta turma levou adiante um projeto que se chamou “Imagina na Copa”.
Simplificando foi mais ou menos assim: lembra que, antes da Copa de 2014 a gente ficava falando “se este aeroporto está ruim agora, imagina na Copa...”, "se o atendimento deste pronto socorro está ruim agora, imagina na Copa...”, “ se esta estrada está ruim agora, imagina na Copa...” Eu fui uma que falava muito isso...
Então, esta turma resolveu ver e incentivar o outro lado: “se isto está bom agora, imagina na Copa..." se isto está funcionando agora, imagina na Copa..."
E começaram a coletar e estimular, por todo o país, boas iniciativas, qualquer uma, pequena, grande, média, mas que estava  ajudando pessoas. E foi um sucesso.
Para saber mais o que aconteceu navegue pelo "Imagina na Copa".

Então veio a Copa, passou a Copa e eles resolveram continuar. O “Imagina na Copa” virou “ImaginaVC”.

E é este projeto bacana, desta turminha linda que convido vocês a conhecer, apoiar, divulgar, enviar boas vibrações, a jogar a luz dos holofotes do bem.


Brincando com a Chica!

Minha frase:


Direcionemos nossos holofotes

iluminando o bom Brasil.

Boa semana!



quinta-feira, 7 de maio de 2015

ALEGRIA ALEGRIA

Bordado em traço contínuo brinca com pedacinhos de tecido colorido sobre lonita crua.
Viraram esta explosão de alegria.


Demorei um pouco para me acertar com as bordas (beiradas). Falei um pouquinho disso aqui.


Enquanto bordava, o nome para esta série já estava na ponta da língua: “Alegria Alegria”. Se tem a ver com a musica do Caetano Veloso? Não duvide disso nem por um instante!


Para minhas amigas não brasileiras esclareço que o Caetano Veloso é um dos nossos grandes compositores. Uma das delicias musicais da minha geração e também das que se seguiram.
Para os mais jovens, sugiro ler a boa análise da letra desta canção aqui.

Ainda esta semana, os cartões postais da série “Alegria Alegria”, estarão disponíveis na loja do Jeito Mineiro Bordados. Passe por lá e conheça todos eles.



Enquanto isso...
Caminhando contra o vento, sem lenço e sem documento, eu vou!!!!







terça-feira, 5 de maio de 2015

THE GAME OF THRONES

Pirogravura de Fay Helfer

Daenerys Targaryen. Êta moça arretada!

Gosto muito da série e, como muitos,  sou fã dessa personagem.

Estava bordando penachos de gramíneas e resolvi fazer uma brincadeira. 

Gostei. 

Virou uma série que chamei “Daenerys Targaryen”.  Prateado e dourado sobre veludo negro e vinho. 



Quem é Fay Helfer? Uma grande artista. Vale a pena conferir no seu blog, aqui.



sábado, 2 de maio de 2015

MAIS DE 50 TONS DE VERMELHO

Quem já tentou percebeu como é difícil fotografar flores vermelhas (e brancas)... Ando praticando, ando praticando.

O quintal não se recuperou da última seca. O mais triste é que sabemos que ainda não será agora. Mal choveu um pouco e já já é tempo da nova temporada de pouquíssima chuva... Mesmo assim ele me presenteia, todos os dias, com alguma lindeza.

Por cima do muro as flores do vizinho nos observam.

Jovem hibisco sempre se apressa em me dizer “bom dia”.

As amarílis, agora, estão hibernando, o registro é do último setembro.


Pétalas sedosas em meio a espinhosas folhas.

E vamos ao recreio orquestrado pela Chica.


Chica, hoje estou espaçosa, vou com duas, tá?
A primeira, pensando no quintal e, a segunda, no meu trabalho.

Feliz ou infelizmente?

Tempestades não tivemos,
(in)felizmente apenas chuva rala.


As vezes, ao mesmo tempo, tantas idéias... Faltam mãos. Pouco é o tempo.

Nas minhas tempestades de ideias
relampejam bordados.


Boa semana!

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