segunda-feira, 29 de agosto de 2016

CAMINHOS, BORDADOS E ALMIR SATER

Caminhos me levem...
Caminhos me levaram...
Caminhos me levarão...
Coletei fotos de caminhos, arrebanhei lembranças dentro do coração, juntei saudades boas.
Estão todas pulando na agulha da máquina.



(...)
Caminhos me levem, aonde quiserem
Se meus pés disserem que sim
(...)

Aonde os caminhos me levarão? A um ótimo lugar, eu garanto.
Contarei brevemente. Prometo!


O quê o Almir Sater tem com isso?
Uai, ele fica, aqui, cantando pra mim enquanto eu trabalho.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

MISTÉRIOS DO QUINTAL

O  quintal sempre me surpreendendo.
Agora “deu de aparecer”, por aqui, umas formiguinhas bem interessantes.
Elas pegam peninhas dos passarinhos, pelo chão, e colocam todas em volta da entrada do formigueiro.


Alguém sabe me explicar? Estou curiosíssima a respeito. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

QUANTOS VERDES SÃO NECESSÁRIOS?

Por onde anda meu coração atualmente  e com quantos verdes se faz um bordado?
O coração? Ah, ele anda recordando, buscando e passeando por doces e queridas imagens de viagens. Muitas delas  eternizadas em fotos, outras só guardadas no cantinho das coisas boas do coração. 
Os verdes? Preciso muitos, muitos mesmo. Os que se tenho nunca são suficientes, sempre falta o tom exato. 

 Só aqui, cerca de dez verdes Mas eu tenho mais, muitos mais.


Não, não é um cartão postal. O que será?
Por enquanto, fica a charada. São várias peças e todas possuem muitos, infinitos verdes e azuis intensos. O que serão?
Surpresa que contarei muito breve.
Enquanto isso, procuro mais verdes...

domingo, 21 de agosto de 2016

UM PEIXINHO DOURADO ENTRE DENDRÓBIOS

Um peixinho dourado veio nadando lá de Manitoba, no Canadá, e ficou felizinho posando, entre as orquídeas (dendróbios) tropicais, do quintal.
Este primor de cartão foi confeccionado pela Judy Stupack e faz parte da troca de cartões promovida pela Sheila Munro*.


Nele, há embutida uma aula e, até mesmo, segredos ocultos como, por exemplo, o patchwork que forma o corpo e a cauda do peixinho.

Para mim também foram novidade e aprendizado o acabamento das bordas com apenas uma costura e o número de camadas que compõem o cartão, três ( os meus possuem cerca de seis!).


Observaram o detalhe do olhinho de strass e o bordado da vegetação aquática (leve, flutuante)? Amei!

Obrigada Judy! Obrigada Sheila!

* Se você gosta de colchas em patchwork  não perca os posts no blog da Sheila (aqui e aqui)  mostrando uma exposição que ela visitou, recentemente. As colchas são de tirar o fôlego. Vale a pena  conferir!

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

IPÊS AMARELOS E CARTÕES POSTAIS

Alô especial para  Sheila Munro, Judy Stupak e Susan Palmer. Nossos lindos ipês amarelos estão floridos!

Primeiro, anunciando a temporada dos ipês, floriram os cor de rosa (mais raros) e, agora, os amarelos estão por toda a cidade e fora dela também.


Este jovem, na Praça da Estação ferroviária, tem esbanjado boniteza. Acredito que deve ser um os ipês mais fotografados da cidade, estes dias.

Foto de Andreia Firmo, com autorização.
Participando de mais uma troca de cartões postais de tecido bordei, para amigas do Canadá e da Austrália, pequenas paisagens onde eles aparecem. 
Contei para elas que, em vez de neve, temos lindas árvores floridas no nosso inverno.
Cartão postal de tecido bordado – 10cm x 15cm 
Cartão postal de tecido bordado – 10cm x 15cm 
Cartão postal de tecido bordado – 10cm x 15cm 
E, aqui no nosso quintal, meu mocinho adolescente, nos presenteia com sua primeira floradinha mais parruda.
Ando transbordando de orgulho e alegria ao ver suas flores explodindo ouro sobre azul. Farei uma postagem especial para ele nos próximos dias.

Ipê amarelo, “árvore símbolo” do Brasil!

Nota: O pau-brasil é a nossa “árvore nacional” e o ipê amarelo a “árvore símbolo”, sabia?

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

MAIS PATCHWORK, MAIS PANOS DE PRATO

Esta história começou aqui.


Depois de costuradas as mil tirinhas se transformaram em lâminas que foram cortadas e costuradas em 26 panos de prato.



Deste refilamento (já estou até usando terminologia patchworquistica, uhuuuu!!!!) sobraram pequenas tiras que  viraram mais panos de prato.


Gostei mesmo de brincar com estas tirinhas de retalho.
Por enquanto, não me viciei em patchwork. Ando, como quem não quer nada, apenas imaginando mais algumas peças, assistindo mais cursos sobre o assunto... Tudo inócuo. Tudo sob controle. 
Ouvi alguma gargalhada?

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

FILA PARA O CAFÉ DA MANHÃ

Bem cedo, de manhãzinha, é esta a visão. No jardim da frente, nosso ipê pelado mas, cheio de botões que, logo, estourarão em gotas de ouro e a fila que aumenta, a cada minuto, a espera da abertura do restaurante, para o café da manhã.




Assim que a refeição é servida, eles chegam ávidos.



Nestes momentos de silêncio e encantamento, gostaria de ter olhos para ver os anjos e os elementais bailando no quintal. Eu apenas sei que eles estão aqui e estão felizes também.
Bom dia!


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